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Enquadramento política

Estudos do LEMEP sobre a cobertura que a grande mídia fez das manifestações de 2013, e que tomaram como base de dados os jornais publicados durante todo o ano de 2013, mostraram a abundância de um enquadramento da política que denominamos “Crise Política”, que consiste em privilegiar notícias negativas sobre as instituições políticas brasileiras (partidos, congresso, executivo, etc.), agências, empresas e políticas públicas, e personalidades políticas, dando grande visibilidade a notícias sobre corrupção, desgoverno, má administração, mal funcionamento de políticas públicas, etc., interpretando esses aspectos da política como se a democracia brasileira estivesse em crise. Assim, já que a maneira como as notícias políticas são construídas se aproxima bastante da de outros temas dicotômicos, onde posições extremas como positivo ou negativo, pró ou contra, imperam, adotamos um critério similar ao das valências para essa análise. Separamos também a cobertura entre antes e depois do início da campanha eleitoral para tornar possível a identificação de mudanças de tendência. Por fim, exibimos a série temporal para todo o ano de 2014 que permite observar a evolução da valência negativa na cobertura jornalística. Os gráficos Cobertura agregada, Cobertura depois do início do período eleitoral e Série temporal são atualizados diariamente.

Série temporal semanal: valências negativas à política

No gráfico abaixo temos o número das manchetes e chamadas de capa sobre instituições políticas (partidos, congresso, executivo, etc.), agências, empresas e políticas públicas, e personalidades políticas brasileiras, classificadas como negativas. O período foi dividido em semanas, tomando como começo da série o início do período oficial de campanha, 6 de julho.

Série temporal semanal: valências neutras à política

No gráfico abaixo temos o número das manchetes e chamadas de capa sobre instituições políticas (partidos, congresso, executivo, etc.), agências, empresas e políticas públicas, e personalidades políticas brasileiras, classificadas como neutras. O período foi dividido em semanas, tomando como começo da série o início do período oficial de campanha, 6 de julho.

Cobertura agregada

No gráfico abaixo temos o número agregado (total), até o dia de hoje, das manchetes e chamadas de capa sobre instituições políticas  (partidos, congresso, executivo, etc.), agências, empresas e políticas públicas, e personalidades políticas brasileiras, classificadas como positivas ou negativas.

Cobertura antes do início do período eleitoral

No gráfico abaixo temos o número de manchetes e chamadas de capa sobre instituições políticas  (partidos, congresso, executivo, etc.), agências, empresas e políticas públicas, e personalidades políticas brasileiras, classificadas como positivas ou negativas, no período que vai de 1 de janeiro de 2014 a 5 de julho, um dia antes do começo do período oficial de campanha, como estabelecido pelo TSE.

Cobertura depois do início do período eleitoral

No gráfico abaixo temos o número de manchetes e chamadas de capa sobre instituições políticas  (partidos, congresso, executivo, etc.), agências, empresas e políticas públicas, e personalidades políticas brasileiras, classificadas como positivas ou negativas, no período que vai de 6 de julho, dia do começo do período oficial de campanha, como estabelecido pelo TSE, até o dia de hoje.

Série temporal

No gráfico abaixo temos o número das manchetes e chamadas de capa sobre instituições políticas  (partidos, congresso, executivo, etc.), agências, empresas e políticas públicas, e personalidades políticas brasileiras, classificadas como negativas, ao longo dos meses do ano de 2014. Este gráfico é atualizado diariamente.

Última atualização: 29/10/2014 às 23:00